Transição de Carreira



No próximo sábado, 04/12/2021, participarei da III COPA (Conversa entre Orientadores Profissionais Autônomos). É um evento que tem por objetivo reunir profissionais que atuam com Orientação Profissional e de Carreira (OPC), para compartilharem experiências e conhecimento com os participantes (Mais informações: https://www.sympla.com.br/iii-copa---conversa-entre-orientadores-profissionais-autonomos__1419254).


Serão debatidos diversos temas, mas eu e a colega Carla Cassandra falaremos sobre Transição de Carreira. Aquele momento em que você está insatisfeito, sente falta de ânimo em suas atividades profissionais, sonha com outra carreira, imagina-se fazendo outra coisa ou simplesmente não sabe ao certo o que fazer, mas se sente incomodado. Enfim, um momento muito importante e frequente na vida das pessoas.


Já se passou a época em que escolhíamos uma profissão (ou éramos forçosamente escolhidos) e ficávamos nela até nos aposentar ou morrer. Atualmente, o cenário profissional modificou-se, temos mais dinamicidade nas atividades e podemos experimentar outras áreas, afinal temos expectativa de vida maior e também porque o tempo para se aposentar está mais extenso. Junto a isso, vivemos uma relação mais pessoal com o trabalho, o que nos impulsiona a buscar pela realização e prazer no que fazemos. Antigamente, a separação entre trabalho e vida pessoal era mais estabelecida, hoje temos quase uma simbiose entre mundo do trabalho e mundo pessoal, fazendo com que estejamos mais presentes em ambos os lados. Portanto, é compreensível que desejemos novas oportunidades para trilhar.


Eu mesma, sempre sonhei com a docência, me tornei professora universitária e ainda me sinto professora. Mas há alguns anos tenho me incomodado, pensado em outras possibilidades e preferências. Foi aí que me aproximei do coaching e da psicologia, áreas apaixonantes e que me mantém motivada em aprender mais e trabalhar. Já atuo como coaching, inclusive com grande contribuição da minha experiência da docência na área de gestão. E estou estudando psicologia, para daqui há alguns anos atender na clínica. Em paralelo a isso, montei um espaço junto com meu esposo que oferece coaching, massoterapia, quiropraxia e terapias integrativas. Tenho 46 anos e continuo acreditando que posso fazer muito, desde que seja aquilo que esteja em sintonia com meus valores e sonhos.


E você? Conte-me um pouco sobre sua experiência sobre esse assunto.

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